Corri 15km, mas tomei puxão de orelha

Na minha terrinha, quando a gente faz algo errado, e alguém dana (do verbo danar) ou puxa a orelha, nós falamos que “tomamos um ralo”. Já ouviu essa expressão? E foi assim, quando meu professor de corrida, Diego Arruda, descobriu que eu havia corrido – sem sua autorização – 15 quilômetros no último domingo.

IMG_7501
Trecho do Parque dos Poderes, onde realizei o treino de 15km.

Após saber que eu tinha ficado com bolhas nos pés, ele foi claro, via whatsapp: “Boa tarde moça. Viu o que dá exagerar sem o consentimento do professor (emoticon bravo): bolhas. Vamos cuidar essa semana para que o estrago não seja maior. Boa recuperação e te aguardo terça nem que seja para fortalecer”. Respondi que ao ler a mensagem, eu estava com cara de criança “cagada”. rsss

Bom, tudo começou sábado. Meu irmão Guilherme, que vai correr a São Silvestre, disse que tinha corrido 15 quilômetros em 1h44. Então, a espertona aqui decidiu ver em quanto tempo faria a mesma distância. E sim: não consultei previamente o professor. Resultado: fiz em 1h44 também. Então, meu irmão disse que nem havia puxado tanto! kkkk Enfim, quem tem irmão sabe: competição familiar dá nisso!!! hehehehe

IMG_7503
Muito cansaço ao final  do treino de 15km

A corrida – Não foi tão tranquilo, mas também não foi tão puxado. Só pelo fato de eu não ter andado, durante os 15km, foi minha vitória. Em 2011, quando corri a São Silvestre, fiz em 1h56, entre corridas e caminhadas, então esses 12 minutos a menos já me deixaram bem orgulhosa. Claro que tenho de baixar bem mais o tempo até dezembro. Ainda estou em ritmo de pangaré. E com certeza, tenho de ouvir (e prometi que assim farei) direitinho as orientações do professor, para baixar o tempo e evitar lesões. Tive algumas bolhas no pé esquerdo, e acho que foi porque tinha esfoliado ele no dia anterior (vivendo e aprendendo).

O professor ao ver meu tempo, pelo aplicativo Nike Running, chegou a conclusão que do km 9 em diante eu havia quebrado mesmo, o que demonstra que dali para frente, não tinha razão para continuar forçando o treino. O pace que estava em 6’30 no início, chegou a 7’30.

IMG_7537
A terça-feira amanheceu com neblina, e o treino regenerativo foi na grama do Parque das Nações em Campo Grande

Segundo ele, tinha mais malefícios do que benefícios, nesta parte final da corrida.

O erro e a insubordinação servem como experiência. Não é?

Hoje, o treino foi regenerativo. O clima amanheceu com neblina, mas não muito frio, em Campo Grande.

Foram um pouco mais de 2km, correndo na grama, e um pouco na pista. Só para soltar um pouco a musculatura, que ainda estava dolorida, de domingo.

E você? Já fez alguma “arte” também?

(Escrito por @brunamaededoisrun)

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s